sábado, 29 de agosto de 2015

13 dicas para se concentrar na hora dos estudos


Nosso cérebro é meio fanfarrão: na hora de pensar em estratégias para aquele jogo complicado de videogame ou de ler aquela revista que você adora, ele coopera facilmente. Mas quando é preciso sentar e estudar um pouco, parece não haver jeito de alcançar a concentração.
Isso fica ainda mais desesperador quando estamos em ano de vestibular e não temos tempo a perder. Para ajudar você nisso, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com especialistas e pediu dicas para ajudar seu cérebro a se concentrar. Como cada pessoa tem um jeito de funcionar, nem todas elas serão igualmente eficientes para todo mundo. Então é bom fazer uns testes até descobrir quais dão certo para você.
Não se contente em ler: escreva!
Segundo o professor e autor de livros com dicas para estudos Pierluigi Piazzi, é importante estudar escrevendo, e não só lendo. "Quem só lê perde a concentração. Quem escreve consegue entender o assunto e mantê-lo na mente", explica ele.
Escreva à mão em vez de digitar
Pesquisas já mostraram que os alunos que fazem isso aprendem mais do que quem só digita. "Você tem movimentos totalmente distintos para escrever cada letra a mão, mas isso não existe quando você está digitando. Isso faz com que mais redes neurais sejam ativadas no processo da escrita", diz o professor.
Como saber o que vale colocar no papel 
Faça resumos, fichamentos e esquemas da matéria. Mas nada de ficar copiando todo o conteúdo dos livros. Para saber o que vale escrever, faça de conta que você está preparando uma cola para uma prova. Por ter pouco espaço e pouco tempo para consulta-la, é preciso ser conciso, mas ao mesmo tempo abordar os pontos principais. É disso que você precisa quando for estudar. 

Revise a matéria que aprendeu em aula no mesmo diaAlém de evitar acumular matérias, estudar o conteúdo visto em sala de aula no mesmo dia fará com que seu cérebro entenda que aquilo é importante e o memorize. 

Estude sozinhoVamos combinar que, por mais legal que seja se reunir com os amigos para estudar, você acaba falando mais de outras coisas e as dúvidas permanecem. O professor Pierluigi é um grande defensor da ideia de que só se aprende mesmo no estudo solitário. "Estudar em grupo é útil se você for a pessoa que explica a matéria para os outros. Quem ouve não aproveita", diz ele. A melhor dica para um bom estudo, aliás, e explicar a matéria para si mesmo. 

Use as aulas para entender as matérias e tirar dúvidasUm erro comum, segundo o professor Pierluigi, é fazer dois cursinhos para ter um maior numero de aulas - o que realmente vai fazer diferença no vestibular é o momento em que você estuda sozinho, não o número de aulas que pegou. Mas isso não significa que vale cabular ou dormir nas aulas: elas são importantes para entender a matéria e tirar dúvidas. 

Desligue todos os aparelhos eletrônicos. Na hora de estudar, nada de deixar o celular por perto avisando você de cada notificação no Facebook. E nem caia na tentação de abrir o Facebook só por "dois minutinhos". Esses dois minutinhos sempre se estendem e acabam com toda a sua concentração. Reserve um tempinho do seu dia só para as redes sociais e faça isso virar rotina para que se acostume a checá-la apenas nesse tempo específico.

Estude em um local organizado e tranquiloO resto da sua casa até pode ser uma bagunça, mas o local onde você costuma estudar precisa estar sempre organizado e silencioso. Ter muitas coisas espalhadas pode atrapalhar a sua concentração e há o risco de perder tempo procurando coisas que sumiram na bagunça. 

Música? Só em línguas que você não entendaNão é proibido estudar ouvindo música - há quem precise dela para se concentrar. Mas evite ouvir músicas em idiomas que você entenda - isso pode fazer com que você desvie sua atenção para a letra e esqueça a matéria.
Use marca-textoUsar canetas coloridas e marca-texto para enfatizar os pontos principais é uma boa ajuda para manter o foco no que for importante, especialmente se você tem problemas mais sérios de déficit de atenção. Post-its também podem ser úteis. 

Respeite seu tempoSe você é mais produtivo de manhã, deixe para estudar as matérias mais difíceis nesse período. Quando sentir que a concentração não está rolando de jeito nenhum, faça uma pequena parada e depois volte. Manter intervalos regulares é fundamental - e a frequência vai depender do seu ritmo. 

Tenha uma programação organizada, mas seja flexívelUse uma agenda ou quadro branco para organizar suas tarefas e respeite-a! Mas faça programações realistas para que você não se desanime. Definir que você vai estudar durante oito horas por dia se você tem várias outras atividades, por exemplo, não é algo razoável. E esteja aberto para mudanças, caso seja necessário.
Crie um pequeno ritual antes de estudar
Sempre que for mergulhar nos estudos, crie e respeite um ritualzinho antes. Pode ser um alongamento, pegar um copo de suco para deixar na sua mesa, ou que mais achar melhor. Com o tempo, seu cérebro vai entender que é hora dos estudos e ficará mais fácil se concentrar.
Quando a dificuldade de concentração é crônica
Às vezes, a falta de atenção pode ser crônica e estar associada ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). "Todo mundo pode ser os sintomas, mas não o TDAH de fato. O que conta é chama é a persistência e o prejuízo que isso traz para as pessoas do ponto de vista educacional (como evasão e não conclusão dos estudos) e sociais (dificuldade de inserção no mercado de trabalho, inadaptação social etc.)", explica Cláudia Machado Siqueira, neuropediatra e coordenadora do Laboratório de Estudos dos Transtornos de Aprendizagem (LETRA) do Hospital das Clínicas da UFMG.
Os sintomas do TDAH, tanto de desatenção quanto de hiperatividade, aparecem por volta dos 3 a 7 anos de idade. Na vida adulta, o que fica geralmente é a dificuldade de se concentrar na metade dos casos - a hiperatividade diminui. Pesquisas apontam fatores genéticos e neurológicos como as principais causas prováveis do problema, embora fatores sociais possam contribuir no desenvolvimento de problemas associados.

Nesse caso, é necessário procurar um especialista. "O problema não tem cura, porque é o jeito como seu cérebro funciona", explica Cláudia Siqueira. Mas existe tratamento, geralmente feito com medicamentos e com a chamada terapia cognitivo comportamental (um segmento da psicologia que ajuda a criar estratégias para ajudar a pessoa na organização, planejamento e cumprimento de tarefas e objetivos, como as que a gente listou aqui).

Como estudar Linguagens, Códigos e suas Tecnologias para o Enem

Os temas mais recorrentes
Os assuntos que mais aparecem nas questões do Enem desde 2009
Interpretação de texto
Gêneros textuais
Norma culta e popular
Funções da linguagem
Figuras de linguagem
Literatura
Gramática relacionada à semântica
Se você ler atentamente qualquer uma das provas anteriores do Enem, vai perceber que a maior parte das questões, de todas as matérias, depende de uma boa capacidade de interpretação de texto e leitura. Na prova de Linguagens, essa habilidade é, sem comparação, a mais importante e a mais abordada.
De acordo com a professora Fernanda Carvalho Bomfim, do Cursinho do XI, o estudante deve focar a atenção nas figuras de linguagem, em ambiguidade, intertextualidade, síntese e resumo, além de literatura e gêneros textuais.
Importante: é válido ficar atento aos conceitos de denotação e conotação, que costumam ser cobrados e podem confundir o aluno.
Denotação: quando a palavra apresenta o sentido original, sem levar em consideração o contexto da frase, ou seja, tal como aparece no dicionário.
Conotação: quando a palavra aparece com significado, passível de interpretações que dependem do contexto em que está aparecendo.

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O Enem não costuma trazer grandes novidades na prova de Linguagens, mas a dica da professora Fernanda é que o aluno fique atento à importância dada ao estudo de um segundo idioma, devido à chegada de turistas estrangeiros pela Copa do Mundo. "É possível que a velha discussão sobre o descaso com a Língua Portuguesa venha à tona, porque, em geral, muitos brasileiros consideram mais importante estudar uma língua estrangeira do que a materna", diz.
Sobre as questões de Literatura, Fernanda recomenda que o aluno saiba relacionar os movimentos com seus equivalentes em outras artes. "Essas questões costumam apresentar obras de artistas plásticos do modernismo brasileiro e das vanguardas europeias, como Pablo Picasso, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Cândido Portinari. É importante pesquisar esses movimentos artísticos", ressalta.
Além disso, outro assunto que pode ser cobrado é o novo acordo ortográfico. As regras não serão exigidas na prova, uma vez que o prazo de implementação do acordo foi estendido até o dia 31 de dezembro de 2016. No entanto, é provável que o tema caia na prova. "Como no exame de 2010, é possível que haja questões de interpretação referentes ao acordo apenas para verificar se o candidato está atualizado", pontua Fernanda.
Línguas estrangeiras
O idioma da prova de língua estrangeira é selecionado pelo candidato no ato da inscrição, sendo possível a escolha entre inglês ou espanhol. São apenas 5 questões, dentre as 45 da prova de Linguagens, e todas possuem um texto nessa língua, com a pergunta e as respostas em português. A prova, em si, consiste basicamente em questões de interpretação de texto, geralmente menos complexas que a prova de Português.
De acordo com o professor Leonardo Braga Scriptore, do Cursinho do XI, as questões de língua estrangeira costumam cobrar textos mais sérios sobre algum assunto em pauta na política. "Isso facilita o trabalho do estudante, porque assuntos mais sérios podem ser mais objetivos e precisos na hora de ler", diz.
Neste tópico, o professor indica que uma boa pedida para quem precisa treinar o domínio da língua é ler bastantes notícias de sites, como o Newsweek, o Breaking News English e a página da BBC.
Temas tradicionais, como gramática, tempos verbais, formação de advérbios e outros recursos de linguagem também costumam ser cobrados.
A prova de língua estrangeira do Enem também nunca deixa de cobrar interpretação de texto em charges e letras de música, que costumeiramente vêm acompanhadas de linguagem coloquial e duplo sentido. Em questões com charge ou tirinha, normalmente o exame pede que o aluno explique a piada, o que pode gerar confusão na hora de interpretar o fator que provoca o humor.
Importante: Para este tipo de questão, o professor Leonardo recomenda que o aluno entre em sites de humor e procure entender a linguagem dos memes, que tem grandes chances de aparecer no exame, visto a grande popularidade na internet e redes sociais.
Exemplo (retirado do Enem 2012)
Leonardo aponta também que estudar outras matérias em inglês ou espanhol antes de estudar em português pode ajudar a aperfeiçoar a compreensão do texto. "Por exemplo, se for estudar Revolução Francesa, abra antes o artigo em inglês da Wikipédia sobre o assunto e tente ler para ver o quanto você consegue absorver do texto", explica.
DICA: Estude com aplicativos
Que tal estudar inglês e espanhol com aplicativos gratuitos para celular? Existem vários apps do gênero para quem quer treinar vocabulário, pronúncia, ou mesmo aprender jogando. Confira os três mais legais para quem vai prestar o Enem:

Babbel: Este aqui é interessante para quem precisa aperfeiçoar o vocabulário. Está disponível em 10 idiomas diferentes e permite a consulta do significado de mais de 3 mil palavras, cada uma com uma imagem e um áudio correspondente.

Duolingo: O Duolingo permite que o usuário faça exercícios e lições diárias, com imagem e áudio, em 6 idiomas diferentes (entre elas, espanhol e inglês). À medida que vai acertando, você pode pular de nível e ganhar pontos.

Rosetta Stone: Este aplicativo foi desenvolvido por uma escola de línguas e possui mini cursos básicos de 14 idiomas - tem até sueco e turco! O app avalia a pronúncia do usuário, pedindo para que ele repita a palavra indicada usando um sistema de reconhecimento de voz.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Vídeos produzidos pelo nosso Presidente Cícero Viana


Nossas Redes

O Grêmio estudantil da E.E.F.M Menezes Pimentel, possui mecanismos que propiciam a comunicação do mesmo com todos os alunos e até mesmo professores, que são eles nosso grupo no WHATSAPP ''CONEXÃO  ALUNOS E PROFESSORES'' e Página do Facebook(clique no nome FACEBOOK e seja direcionado)  . Também dispomos de um blog constantemente atualizado para transparecer as ações da nova gestão do colegiado.
Confira abaixo algumas imagens dos mesmos.




Para participar basta nos procurar ;)

Concluindo Ações (Maio)

A Diretoria Geral do Grêmio Estudantil em conjunto com a Coordenação de Finanças - Coordenador de Finanças Antônio Rocha, depois de um encontro com os demais gremistas, decidiram recolocar o espelho que anteriormente teria sido danificado no banheiro feminino, tendo em mente que é de fundamental importância esse utensílio para as meninas .
Vice Presidente Ytalo Lima

Coordenador de Finanças Antônio Rocha


Concluindo Ações

A coordenadora de Meio Ambiente do Grêmio Estudantil Annyelle Canuto, desenvolveu uma campanha com o foco na reciclagem de pneus, decorando nossa querida Escola.
  A campanha ''Pensamento Ecológico'', foi dividida em duas partes, a primeira foi concluída e em breve teremos a segunda parte. Annyele Canuto diz: '' - É de fundamental importância pensar em um futuro mais ecológico'' .
O nosso Presidente Cicero Viana dando uma ajudinha!
Parabéns!!

Nossa Coordenadora Annyele Canuto






















segunda-feira, 27 de abril de 2015

Gênero Textual: EDITORIAL

  Editorial é um gênero textual cuja intenção é apresentar e defender a opinião ou a posição de determinado veículo de comunicação diante de um fato ou de uma ideia
  A construção do texto
   Um editorial é um gênero textual que se organiza com um discurso argumentativo/persuasivo. Portanto, deve apresentar elementos característicos desse tipo de discurso:
Elementos estruturadores do texto argumentativo
A.      Introdução/ancoragem: é uma forma de introduzir o leitor no assunto a ser tratado no texto.
A ancoragem, de maneira geral, pode ser feita com base em:
- Um saber partilhado ou de conhecimento que seja consenso entre as pessoas.
Ex: ‘’A poluição pode causar danos  irreversíveis ao meio ambiente’’.

·         Informações, dados numéricos, estatísticas.
Ex: segundo o governo, o desmatamento da Amazônia registrou uma redução de 30% entre julho de 2004 e agosto de 2005 em comparação ao mesmo período entre 2003 e 2004.

·         Uma citação de alguém que tenha credibilidade, como a falta de um especialista no assunto que vai ser tratado; ou uma pergunta, um questionamento ou problema.

Por exemplo:
   Será a poluição a grande vilã deste século?

B.      Tese/proposição
É a posição a ser defendida sobre um determinado assunto ou fato.
C.      Argumentação são os recursos e procedimentos que o autor utiliza para fundamentar ou sustentar a tese apresentada. Há vários procedimentos que podem ser empregos como formas de argumentar:
·         Justificar com ideias que sejam de consenso geral, que não precisam ser demonstradas;
·         Citar pessoas que sejam autoridades no assunto tratado;
·         Fazer comparações;
·         Apresentar contra-argumentos para demonstrar domínio sobre o (s) assunto (s)

D.      É a síntese feita com base em  que foi exposto na argumentação. Geralmente a conclusão retoma ideias básicas de forma resumida e apresenta a dedução final com base em todos os argumentos e dados apresentados.

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